Estudar e trabalhar no exterior: isso é possível? - DPB Intercâmbio
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Estudar e trabalhar no exterior: isso é possível?

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Estudar e trabalhar no exterior: isso é possível?

Vamos começar pelo principal: sim, é possível estudar e trabalhar no exterior. E não apenas isso: você ainda vai ganhar muitos itens de bônus. Terá uma experiência única e enriquecedora, a possibilidade de aprender (ou aperfeiçoar) o seu inglês, além de ampliar seus horizontes, conhecendo novas culturas, pessoas e lugares. Tudo isso com um dinheiro extra para custear.

Mas o que fazer? Para onde ir? Quais os melhores destinos e oportunidades? Se você tem essas dúvidas, continue lendo que vamos esclarecer tudo no post!

Por onde começar?

Para não perder oportunidades, você precisará estabelecer suas prioridades. Primeiro, defina o que é mais importante para você: estudar ou trabalhar? Você poderá fazer os dois tranquilamente, mas definir qual o seu foco vai facilitar sua preparação.

Analise qual país é melhor para fazer sua viagem, qual a documentação necessária e quais as melhores opções para seu estudo ou trabalho. Faça uma boa pesquisa e tenha em mãos todos os detalhes de cada opção. Nada complicado demais, mas essa é uma etapa fundamental e que não pode ser negligenciada. Fazendo isso, certamente estará se preparando para uma das mais incríveis experiências de sua vida.

Para onde ir?

Os melhores lugares a se considerar são os países que já possuem uma política para receber brasileiros, oferecendo facilidades na busca por trabalho e no processo de emissão do visto. Você também precisa considerar as atividades que fará enquanto não estiver trabalhando, para fazer desta oportunidade uma experiência ainda mais enriquecedora.

Países como Irlanda, Nova Zelândia e Austrália estão entre as melhores opções para se estudar e trabalhar no exterior, pois possuem as características que citamos acima. Outras boas opções são os Estados Unidos, Canadáe Inglaterra. Entretanto, esses três últimos podem oferecer mais dificuldades para a obtenção do visto.

Qual a documentação necessária?

Cada país tem suas próprias exigências quanto à documentação necessária. No geral, além do passaporte, é necessário o visto de estudante, um comprovante de que as passagens aéreas estão pagas e algum comprovante de que você terá condições de se manter no país.

Em muitos casos, essa comprovação se dá por meio da apresentação de uma quantia mínima depositada na sua conta. Se não provar que conseguirá se sustentar no país, provavelmente você não conseguirá o visto. Caso esteja indo fazer um curso, a matrícula e o pagamento do curso também podem ser exigidos.

Na Irlanda, por exemplo, é necessário ter cerca de 3 mil euros na conta para se conseguir o visto, além da adesão a um plano de saúde. A Austrália tem política semelhante para obtenção do visto de estudante, assim como a Nova Zelândia.

Como organizar os gastos?

Além dos gastos com a passagem e com o pagamento dos cursos, você precisará se manter no país. O valor exigido em conta para a obtenção do visto é justamente para isso, mas é um valor simbólico e seus gastos podem variar muito, dependendo de seu estilo de vida. O que você precisa ter em mente é que não está de férias. Está indo estudar e trabalhar no exterior e seu custo de vida deve ser planejado.

Dessa forma, tente não gastar com supérfluos. Procure eventos culturais gratuitos, guarde lembranças, não souvenires. É claro que você não vai se hospedar em hotéis, e fazer suas refeições nos melhores restaurantes. Procure pensar como um nativo, procure um Hostel ou algum companheiro para dividir um apartamento.

Em alguns lugares, é possível se hospedar em casas de família. Esta opção é muito viável, uma vez que a maioria oferece meia pensão (café da manhã e jantar). Coloque todo o seu gasto no papel, planeje e obedeça a seu orçamento.

Viu como é possível estudar e trabalhar no exterior? Deixe seu comentário e compartilhe suas dúvidas e expectativas conosco!

Angelo já subiu um vulcão na Indonésia, se perdeu entre campos de arroz do Vietnã (e de Ascurra) e cruzou a Índia de trem. Mora na Irlanda desde 2012 e já visitou quase 50 países. Além de viajante, também é fotógrafo, videomaker e um dos fundadores do DPB.

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