Cursos e escolas: onde estudar gastronomia no exterior
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Onde estudar gastronomia no exterior?

estudar gastronomia no exterior

Cursos e Escolas

Onde estudar gastronomia no exterior?

Estudar gastronomia no exterior é o sonho da maioria dos estudantes e amantes da profissão. Além de ser uma maneira de aprender outra língua, na maioria das vezes o inglês, estudar fora do país é também uma forma de aprofundar os conhecimentos, conhecendo as mais diferentes áreas possíveis e aprendendo de uma forma que não está dentro dos nossos costumes e tradições.

Iniciar os estudos em escolas renomadas do mundo gastronômico é ainda melhor. Seja para fazer graduação, pós-graduação ou para se especializar em cursos mais rápidos, é sempre uma grande oportunidade que deve ser agarrada por todos que queiram crescer profissional e culturalmente. Ficou interessado? Então confira um pouco mais!

Onde estudar gastronomia em outros países?

Existem escolas de gastronomia no mundo inteiro. Com tantas opções, torna-se complicado decidir qual é a melhor, pois, em todas elas, é possível aprender a dominar a arte da culinária. No entanto, cada uma possui um foco principal, seja ele em técnica, em preparações clássicas, em pratos contemporâneos ou em especializações.

Pensando nisso, resolvemos listar quatro grandes instituições do setor gastronômico que estão entre as melhores do mundo. Vamos lá?

1. Le Cordon Bleu

Não há como pensar em estudar gastronomia no exterior sem citar a Le Cordon Bleu. Ela é uma conceituada rede de escolas do ensino superior, considerada líder mundial quando falamos em artes culinárias.

Seu país originário é a França, mas ela possui filiais pelo mundo inteiro:

  • outros países da Europa: Inglaterra, Espanha e Turquia;
  • na Ásia: Japão, China, Índia, Tailândia, Malásia e Coréia do Sul;
  • nas Américas: Estados UnidosCanadá, Peru e México;
  • na Oceania: Nova Zelândia e Austrália.

O foco principal da instituição está nas técnicas clássicas francesas. Ela oferece bacharelados, cursos rápidos e aulas online, possibilitando intercâmbio entre as próprias escolas da rede. Em Londres, também há cursos de hotelaria, viagem e turismo.

2. Institute of Culinary Education (ICE)

Localizada em Nova York, a instituição, fundada por Peter Kump em 1975, possui um excelente currículo de professores e é considerada uma das melhores escolas de gastronomia.

Ela oferece cursos em várias áreas (Confeitaria e Panificação, Gestão Hoteleira e Arte Culinária, por exemplo), com duração de 6 a 13 meses.

3. Culinary Institute of America at Greystone

Situada em St. Helena, na Califórnia, a escola busca oferecer a melhor educação em gastronomia do mundo. Ela é composta por professores de alto nível, que possuem o certificado da American Culinary Federation (AFC) de excelência em gastronomia.

A instituição oferece o grau associado em Artes Culinárias, com um currículo rigoroso de 21 meses e 18 semanas de estágio em um dos restaurantes parceiros da escola.

4. Culinary Institute of America at Hyde Park

Considerada a mais velha instituição de gastronomia da América, essa escola começou em Hyde Park, Nova Iorque, e hoje possui filiais em St. Helena (Califórnia), San Antonio (Texas) e Singapura.

Oferece cursos de diferentes áreas, desde Arte Culinária à Ciência Culinária, buscando a melhor educação de cozinha profissional, com bacharelado e cursos associados.

Pronto! Agora que você já sabe onde estudar gastronomia no exterior, comece a planejar sua viagem hoje mesmo! É uma forma de entrar com o pé direito nessa área tão adorável que é a culinária.

Lembre-se de que, para ir para fora do país, é preciso saber a língua utilizada na instituição, ok? No entanto, investir nesse aprendizado certamente vale a pena para entrar em uma das escolas mencionadas. Aproveite!

Você conhece mais alguma escola renomada para estudar gastronomia no exterior? Então deixe o seu comentário e complemente o nosso post. Até mais!

Angelo já subiu um vulcão na Indonésia, se perdeu entre campos de arroz do Vietnã (e de Ascurra) e cruzou a Índia de trem. Mora na Irlanda desde 2012 e já visitou quase 50 países. Além de viajante, também é fotógrafo, videomaker e um dos fundadores do DPB.

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