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Saiba como funciona o intercâmbio para a terceira idade

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Intercâmbio

Saiba como funciona o intercâmbio para a terceira idade

Foi-se o tempo em que intercâmbio era coisa de jovens que acabaram de terminar o colegial ou entrar na faculdade. Cada vez mais pessoas estão percebendo as vantagens de viver em outro país por determinado período, conhecendo a cultura e aprendendo uma nova língua. E como aprendizado não escolhe idade, muitas agências de viagem estão adaptando seus pacotes de intercâmbio para atender também à terceira idade, oferecendo opções adaptadas e destinadas a esse público. Apesar de ser chamado de “intercâmbio para a terceira idade”, este tipo de programa é abrangente e destinado também aos adultos que ainda não chegaram na casa dos 60 anos.

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“O programa foi desenvolvido para o público acima de 40 anos. Ou seja, todos os estudantes terão o perfil de aluno com as mesmas expectativas e ritmo”, conta Mylvio de Oliveira Junior, da agência Wice Intercâmbio.

Além de aulas de inglês, alguns programas de intercâmbio disponíveis no mercado combinam atividades extra, como passeios em grupo a pontos turísticos próximos à cidade onde os intercambistas estão estudando. As agências ainda auxiliam o aluno com questões burocráticas, como seguro saúde, e também com acomodação.

Os mais aventureiros têm a opção de entrar em contato direto com as escolas que oferecem cursos no exterior, e organizar a viagem por conta própria.

 

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Experiência na Nova Zelândia

Apesar de ainda estar longe da terceira idade (que, por definição, começa por volta dos 60 anos), a dentista Lyzete Cardoso aproveitou os benefícios desse tipo de programa e, em 2013, passou dois meses estudanto inglês e conhecendo as belezas da Nova Zelândia. Na época, ela tinha 42 anos, e se adaptou muito bem à viagem e ao ritmo dos estudos.Image title

“Fiquei em casa de família e viajei muito! Fiz vários amigos de várias partes do mundo e adorei a experiência”, conta.

Quando viajou, Lyzete estava cursando doutorado e aproveitou as férias do curso para fazer o intercâmbio. Os programas mais curtos também são uma boa opção para quem precisa conciliar trabalho e viagem. Para o pessoal que passou dos 40, há opções de até duas semanas de estadia no país escolhido.

Entre os principais destinos dos intercambistas estão Irlanda, Austrália, Nova Zelândia, Estados Unidos, Reino Unido e Malta. Países cuja língua não é o inglês, como a França, também estão na lista de destinos. Cabe ao viajante avaliar as facilidades e características de cada lugar e ver qual a melhor opção de acordo com seu perfil.

“Escolhi a Nova Zelândia pelas belezas naturais, pelo clima (fui no verão) e também pela possibilidade de esportes atividades ao ar livre, como trilhas, ciclismo e caiaque”, conta a dentista.

 

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O intercâmbio surge, assim, como uma opção para quem deseja fazer uma viagem e de quebra ir fundo numa cultura diferente. Além disso, é possível conhecer pessoas na mesma situação, trocar experiências e ter companheiros para viagens e passeios. O investimento médio varia de acordo com o destino, curso e a moeda. O curso de uma a quatro semanas em Malta, por exemplo, sai por volta de 345 euros por semana. Já nas cidades britânicas de Londres, Brighton e Cambridge, o valor semanal é de 395 libras, aproximadamente. Para Auckland, na Nova Zelândia, o valor médio é de 750 dólares neo-zelandeses por semana e em Dublin, na Irlanda, o valor fica em torno de 245 euros semanais.

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